“Por cinco votos a dois, o Tribunal do Júri de Belém considerou que o fazendeiro não é culpado do crime de homicídio doloso duplamente qualificado. Bida, que estava preso desde março de 2005, foi libertado no último dia 6. O Ministério Público vai recorrer da decisão.” (Folha On Line 14/05/2008).
E foi por causa de uma notícia como esta que, sinceramente, senti e sinto vergonha de ser paraense( a notícia é bem antiga, mas segue abaixo o motivo do post). Em setembro de 2005, foi libertado o acusado, referido na notícia acima, de ser o mandante do assassinato da freira americana Dorothy Stang. Ele fora condenado a 30 anos de reclusão em regime fechado. Porém em segundo julgamento foi considerado inocente e o verdadeiro mandante (ou…) nunca foi encontrado.
Obs. O pistoleiro, réu confesso, foi declarado culpado e condenado a 28 anos de prisão. Por que ele sim e o mandante não? Que porcaria de lei é essa? Isonomia é o Caramba.
Casos como este são tão comuns no Pará. Foram tantos… Mas o senado deu uma “forra” hoje e votou a favor do projeto que extingue o recurso (ou, palhaçada) de um segundo julgamento em casos de crimes com pena superior a 20 anos de reclusão. É um avanço. Agora veremos se passa por aprovação no senado, será?
Enquanto isso…
Qual será a próxima vítima da justiça do Pará?