Posts de Fevereiro, 2008

Zeigeist, o filme.

18 18UTC Fevereiro 18UTC 2008

“Porque o mundo é um palco, em que tudo é uma grande MENTIRA”

Namaskar.

É comum, mas…

16 16UTC Fevereiro 16UTC 2008

           

  

Ainda é comum nos dias de hoje, ao redor do planeta, o discurso de propagação de uma raça superior e uma política para o fortalecimento de uma cultura dominante, elitista e fútil.

É comum a esta mesma cultura elitista o banho de vinho, de costeletas de animais maltratados, de tênis caros feitos à custa do trabalho escravo em países latino-americanos ou africanos.

É comum o fato de entidades anti-humanas acreditarem que somos diferentes em direitos e deveres por nossa cor, religião ou condição social.

É comum, em nossa sociedade atual, o discurso religioso vazio, esvaziado de significado e que não responde mais as questões espirituais de muitas pessoas.

É comum nos apegarmos a rituais que não compreendemos e que perderam seu verdadeiro sentido simbólico, pois os deuses que eram representados por eles estão mortos.

 É comum ver um Deus tirano, déspota, capaz de atirar ao fogo seus próprios filhos, e ainda por cima, por uma eternidade.

É comum observar falsos “agentes de Deus” pregarem por uma espécie de proselitismo infame que condena a todos os que não são de sua tribo, e tal conduta é inaceitável.

É comum ver as guerras em todas as partes do circundante mundo, é comum vermos pessoas dilaceradas, mutiladas, destruídas em todos os sentidos só porque não compreendemos a cultura uns dos outros.

 É comum o terrorismo infame e grotesco que banha de sangue a humanidade e mancha a honra de toda a tradição pela qual lutam.

 É COMUM, MAS NÃO É NORMAL.

Que todos busquem em si A FRATERNIDADE UNIVERSAL.

NAMASKAR.

O teu Amor

10 10UTC Fevereiro 10UTC 2008

           

O teu amor é raso,

E mesmo assim me afogo,

Nos teus braços,

Entre carícias e afagos

Num amor sem fim

 Sentimentos

Enlaçados, entrelaçados,

Embaraçados, espalhados

Pelo desejo de estar em ti

 De ouvir seus suspiros,

 Desatinos,

Anseios,

Agonia/êxtase

Coisas das quais

Choramos abraçados

Como dois loucos

 Entre soluços abafados

E, extáticos, 

felicidade sem fim;

 

Mistura com

 Cheiro de flor e saudade

Saudade…