Posts de Agosto, 2007

Primeiro Andar (Los Hermanos)

31 31UTC Agosto 31UTC 2007

Já vou, será
eu quero ver
o mundo eu sei
não é esse lá

por onde andar
eu começo por onde a estrada vai
e nao culpo a cidade, o pai

vou lá, andar
e o que eu vou ver
eu sei lá

não faz disso esse drama essa dor
é que a sorte é preciso tirar pra ter
perigo é eu me esconder em você
e quando eu vou voltar, quem vai saber

se alguem numa curva me convidar
eu vou lá
que andar é reconhecer
olhar

eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou

Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim

eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou

Obs: Assistam até o fim e observem a mensagem final. Namaskar.

Ana Carla (última paixão)

31 31UTC Agosto 31UTC 2007

OBs: Este é um texto de amor, ou seja, ridículo. Aqueles que porventura estão a sofrer por causa deste sentimento recomendo certa discrição as críticas. Além de que é um texto bem “rosa” mesmo, mas e daí? O amor é ridículo mesmo. Namaskar.  

Obs2: o texto é tão ridículo de piegas que creio ser o pior deste blog. Mas, prometo vir com o texto sobre Yoga em breve. Desculpe aos leitores.         

    Tanto faz o que disser aqui ao leitor. Sabe, em tempos como estes, em que o sentimento domina as esferas do que é certo, o melhor que o apaixonado faz é ter em seu coração um momento de reclusão para evitar possíveis disparates que desembocam em sofrimento e angústia. Vou tentar pôr algum tipo de espartilho em minha alma, afinal ela precisa de um certo rigor a não escapar em aventuras dolorosas. 

Hoje quero fazer deste blogue um Ode ao Amor. Desvelar meus desejos secretos, ficar embevecido de tanto sentir. Gostaria de descerver ao leitor algumas particularidades de meu eterno doce encanto. O nome dela é Ana. Rosto redondinho, pele macia, olhos ternos de um encanto que resiste as intempéries do tempo. Jeito gostoso de falar comsegurança como se tivesse o mundo em suas mãos, próprios dos jovens cheios de vida e felicidade dentro de sí.

Última paixão que ainda queima devagar em meu coração. Faz minha alma cintilar ao som de uma dança suave, meu coração à esquerda fala bem alto a todos os meus sentidos que ele é seu, Ana. Meu amor é fruto proibido que mata quem o assim desafia. você o desafiou e viveu e vive para sempre em meu espírito que a cada dia que te ama fica mais manso, como as águas de um rio cujo vento sopra docemente.

Vem ao meu encontro, cessa meu pranto, faz com que rejeva teus encantos, por um breve momento de eternidade. Te entrego minhas palavras que misturadas ao sangue de minhas mãos ecoam em vida e se espalham para divulgar ao mundo meu imenso sentimento por ti, Ana. Não creio que ao andar pelas ruas o próprio vento não mude de curso para ir jogar seus cabelos sobre o rosto, somente para ver te bela.

Não há dor, apego, o que há somente é a doce imaginação de dançar contigo ao som de um Fado. Ah! Aqueles afagos a noite que fazias em meus cabelos, que saudade dos teus carinhos, carinhos estes que já nao tenho mais, tudo pelo apreço à vaidade das emoções covardes. Não espero que me perdoes ou que voltes para mim, mas por hoje quero dizer o quanto te amo de toda a alma, esta agora, que parece um cello suite de Bach de tão feliz. Obrigado por existir em minha memória poética. És o que de fato chamo amor.

Comercial Folha de São Paulo

29 29UTC Agosto 29UTC 2007

Muito Bom! Namaskar.