OBs: Este é um texto de amor, ou seja, ridículo. Aqueles que porventura estão a sofrer por causa deste sentimento recomendo certa discrição as críticas. Além de que é um texto bem “rosa” mesmo, mas e daí? O amor é ridículo mesmo. Namaskar.
Obs2: o texto é tão ridículo de piegas que creio ser o pior deste blog. Mas, prometo vir com o texto sobre Yoga em breve. Desculpe aos leitores.
Tanto faz o que disser aqui ao leitor. Sabe, em tempos como estes, em que o sentimento domina as esferas do que é certo, o melhor que o apaixonado faz é ter em seu coração um momento de reclusão para evitar possíveis disparates que desembocam em sofrimento e angústia. Vou tentar pôr algum tipo de espartilho em minha alma, afinal ela precisa de um certo rigor a não escapar em aventuras dolorosas.
Hoje quero fazer deste blogue um Ode ao Amor. Desvelar meus desejos secretos, ficar embevecido de tanto sentir. Gostaria de descerver ao leitor algumas particularidades de meu eterno doce encanto. O nome dela é Ana. Rosto redondinho, pele macia, olhos ternos de um encanto que resiste as intempéries do tempo. Jeito gostoso de falar comsegurança como se tivesse o mundo em suas mãos, próprios dos jovens cheios de vida e felicidade dentro de sí.
Última paixão que ainda queima devagar em meu coração. Faz minha alma cintilar ao som de uma dança suave, meu coração à esquerda fala bem alto a todos os meus sentidos que ele é seu, Ana. Meu amor é fruto proibido que mata quem o assim desafia. você o desafiou e viveu e vive para sempre em meu espírito que a cada dia que te ama fica mais manso, como as águas de um rio cujo vento sopra docemente.
Vem ao meu encontro, cessa meu pranto, faz com que rejeva teus encantos, por um breve momento de eternidade. Te entrego minhas palavras que misturadas ao sangue de minhas mãos ecoam em vida e se espalham para divulgar ao mundo meu imenso sentimento por ti, Ana. Não creio que ao andar pelas ruas o próprio vento não mude de curso para ir jogar seus cabelos sobre o rosto, somente para ver te bela.
Não há dor, apego, o que há somente é a doce imaginação de dançar contigo ao som de um Fado. Ah! Aqueles afagos a noite que fazias em meus cabelos, que saudade dos teus carinhos, carinhos estes que já nao tenho mais, tudo pelo apreço à vaidade das emoções covardes. Não espero que me perdoes ou que voltes para mim, mas por hoje quero dizer o quanto te amo de toda a alma, esta agora, que parece um cello suite de Bach de tão feliz. Obrigado por existir em minha memória poética. És o que de fato chamo amor.