Amor, que saudades de ti,
De repousar docemente nos teus braços,
Adormecer no teu colo,
Exausto dos dias de tormento,
Mas ainda é noite,
O amanhã chega rápido, eu sei
Já nos veremos,
Vamos então passear,
e cantarei as mais belas cantigas
além de roubar de ti
os mais belos sonhos
Mas tudo parece tão distante…
Pois ainda é noite
De madrugada, demoro a adormecer,
devaneios brotam em forma de flores,
Desavisado mergulho no inconsciente,
Não quero despertar,
mas o naufrágio é iminente,
acordo em sobressalto,
De manhã,
Refeito dos desatinos,
Sinto a alegria abafada e muda,
despertar minha alma,
logo, recito teu nome baixinho,
para o universo inteiro ouvir,
Diana…